Direito do Consumidor
Central do Consumidor: Seus Direitos e Como Se Defender
Do golpe do Pix ao plano de saúde que recusa cobertura: saiba quando você tem direito à indenização, como se defender de cobranças abusivas e como renegociar dívidas com proteção da lei.
5 anos
Prazo para ação de danos morais (prescrição)
R$0
Custo inicial para análise do seu caso
24h
Decisões liminares possíveis em plano de saúde
CDC
Código de Defesa do Consumidor protege você
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Encontre o assunto que se aplica à sua situação.
Danos Morais
Quando você pode pedir indenização por dano à honra e dignidade
Cobrança Indevida
Nome sujo por dívida que não é sua ou já foi paga
Golpe do Pix
Responsabilidade do banco em fraudes e reembolso de valores
Plano de Saúde
Recusa de cobertura, negativa de procedimento e reembolso
Fraudes Bancárias
Clonagem de cartão, fraude eletrônica e responsabilidade das instituições
Negativação Indevida
Nome inserido indevidamente em SPC, Serasa ou SCPC
Superendividamento
Renegociação de dívidas com proteção da Lei 14.181/2021
Erro Bancário
Débitos incorretos, tarifas abusivas e contratos irregulares
Cancelamento de Serviços
Plano que não cancela, cobranças após cancelamento
Problemas com Bancos
Empréstimos consignados irregulares e contratos abusivos
Revisão Contratual
Contratos com cláusulas abusivas e juros excessivos
Contratos
Inadimplência, rescisão e cumprimento de obrigações contratuais
Quando você tem direito a danos morais?
O dano moral não exige prova de prejuízo financeiro — ele nasce da lesão aos seus direitos de personalidade. Situações que consistentemente resultam em indenização por danos morais incluem:
- Inclusão indevida em SPC/Serasa — jurisprudência consolidada do STJ reconhece dano moral automático
- Cobrança de dívida inexistente ou já paga, especialmente com ameaças ou humilhações
- Fraude bancária não reembolsada pelo banco após reclamação formal
- Recusa injustificada de cobertura de plano de saúde em situação de urgência
- Voo cancelado ou atrasado com má prestação de serviço pela companhia aérea
- Produto com defeito que causa dano ou situação vexatória ao consumidor
- Dados pessoais vazados por empresa — mesmo sem prejuízo financeiro imediato
O que fazer quando sofrer um golpe financeiro
Ação imediata: Nos primeiros minutos após um golpe de Pix ou fraude bancária, ligue imediatamente para o banco para bloquear o cartão e tentar cancelar a transação. Quanto antes você agir, maior a chance de recuperar o valor.
- 1
Notifique o banco imediatamente
Ligue, acesse o app ou vá à agência. Registre o protocolo de atendimento. Esse registro é fundamental para provar que você agiu de boa-fé.
- 2
Registre boletim de ocorrência
Faça o B.O. online (delegacias virtuais estaduais) ou presencialmente. Descreva com detalhes o que aconteceu.
- 3
Guarde todas as provas
Prints de conversas, e-mails, comprovantes de transferência, histórico de ligações — tudo pode ser útil no processo.
- 4
Solicite ressarcimento ao banco
Formalize o pedido por escrito (e-mail ou protocolo) ao banco. Bancos têm responsabilidade objetiva e devem reembolsar fraudes eletrônicas na maioria dos casos.
- 5
Consulte um advogado
Se o banco negar o ressarcimento, um advogado pode ingressar com ação judicial para recuperar o valor e obter indenização por danos morais.
Perguntas Frequentes
O que é dano moral e quando ele gera direito à indenização?
O banco é responsável por golpes de Pix e fraudes eletrônicas?
Nome sujo indevidamente no SPC/Serasa: o que fazer?
O plano de saúde pode recusar cobertura para procedimentos médicos?
O que é superendividamento e como a lei pode me ajudar?
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