7 Erros que Podem Reduzir Sua Aposentadoria (e Como Evitar)
Muitos trabalhadores só descobrem que cometeram erros na aposentadoria depois que o benefício já foi concedido — quando corrigir é mais difícil e custoso. Conheça os principais erros e como evitá-los.
Os 7 erros mais comuns:
- Dar entrada na regra de transição errada — cada regra resulta em valor e data diferentes
- Ignorar períodos especiais (insalubridade) que poderiam reduzir o tempo exigido
- Não requerer a Revisão da Vida Toda para quem teve melhores salários antes de 1994
- Deixar períodos de trabalho informal sem recolhimento de contribuição voluntária
- Dar entrada na aposentadoria por tempo quando a por idade geraria benefício maior
- Não atualizar dados no CNIS — períodos de trabalho podem estar faltando
- Dar entrada na aposentadoria antes de atingir o ponto de maximização do benefício
O erro mais caro: muitos trabalhadores se aposentam na primeira oportunidade que aparece — sem verificar se esperar mais 6 ou 12 meses geraria um benefício significativamente maior. A diferença pode ser de R$ 300 a R$ 800 por mês ao longo de 20 anos.
Perguntas Frequentes
Posso corrigir um erro após a aposentadoria já concedida?
Sim, por meio da revisão de benefício. O prazo é de 10 anos a partir do primeiro pagamento. Erros de cálculo, exclusão de períodos, regra de transição errada — todos podem ser revisados.
O INSS costuma cometer erros no cálculo?
Sim, com frequência. Erros no CNIS (períodos faltando ou duplicados), aplicação errada do fator previdenciário, exclusão de salários de contribuição — são falhas comuns que fazem o benefício sair menor do que deveria.
Verifique se você está cometendo algum desses erros
Consulta previdenciária gratuita. Identificamos antes que seja tarde.
Falar pelo WhatsApp